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O ativista vegano e protetor dos animais que incendiou de forma criminosa uma indústria de processamento de pele de ovelha foi sentenciado hoje a 5 anos de prisão. Walter Edmund Bond declarou à juiza que não sente remorso pelo ato, que aconteceu em abril de 2010 em Denver, Estados Unidos.
"Numa sociedade que dá mais valor ao dinheiro do que a vida, sou honrado de ser um prisioneiro de guerra", disse Bond, que atuou no incêndio em nome da ALF (Animal Liberation Front), grupo extremista que pede a abolição dos animais.
Bond foi preso em 22 de julho do ano passado e em novembro, ele se declarou culpado no incêndio.
ANTERIORES De acordo com o jornal Denver Post, o ativista vegano já respondeu criminalmente por uma série de incêndios criminosos no passado.
Em 1996, ele ateou fogo em um pentagrama dentro de uma igreja de Iowa. Em 1997, Bond pôs fogo em um prédio e, na ocasião, um animal de estimação morreu queimado.
Bond também é investigado por outros dois incêndios criminosos: em 5 de junho de 2010 numa fábrica de couro, e em 3 julho do mesmo ano num restaurante que serve foie gras.
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