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Diário do Grande ABC -
14/11/2007
por Ademir Medici
Há dois
anos, valor da obra era R$7,5 milhões mais barata
Quanto custarão à Prefeitura
de São Bernardo as obras anunciadas para a Chácara
Silvestre: R$ 21,5 milhões, conforme anunciou o secretário
Admir Ferro neste ano? Ou R$ 13 milhões, conforme
anunciado pelo mesmo secretário dois anos atrás?
Esta é apenas a mais
recente dúvida a envolver este projeto que nunca ficou
claro aos olhos da população e dos integrantes do
Movimento SOS Chácara Silvestre.
Na edição de 4 de novembro
de 2005 do Diário, Admir Ferro informou sobre todas as
interferências previstas para a Chácara Silvestre. Na
ocasião, em entrevista à jornalista Andrea Catão, Ferro
destacou a construção de uma escola de educação ambiental,
com palco para apresentações ao ar livre e trilhas para
caminhadas, o restauro do casarão histórico e a construção
do Museu de São Bernardo.
O secretário foi claro ao
dizer que a vegetação existente na chácara seria mantida.
Foi categórico também o
secretário ao informar que a licitação para o pacote de
obras já estava aberta e que as obras teriam início até o
fim de janeiro de 2006, quando a licitação estivesse
concluída. Iniciadas as obras, informou o secretário, as
mesmas seriam entregues no prazo de um ano.
Na mesma reportagem, Admir
Ferro informou que o projeto era o mesmo de 2002,
desenvolvido pela USP (Universidade de São Paulo), mas que
o assunto vinha sendo discutido desde a segunda gestão do
prefeito Maurício Soares (1997-2000).
Se em 2005 o secretário
Ferro informava que a vegetação seria mantida, neste ano
informou que seriam derrubadas 341 árvores, número
posteriormente reduzido . Nos dois momentos, Ferro
garantiu a visibilidade do casarão histórico. |
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